Are you a nobody too?
Quer saber? Não sei quem sou eu. Não me compreendo, nem espero ser compreendida. Apenas interpreto meu papel diante da sociedade; pois é assim que tem que ser, certo? Almas condenadas ao mesmo fim, sem a menor chance de mudança, adequando-se ao tempo. Todos perdidos no caos do mundo, perdidos e suplicantes. Suplicamos por dor, suplicamos pelo amor. Não serei quem você quer que eu seja. Afinal, tenho meu papel.